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| FLORIANÓPOLIS: CAPITAL DA INOVAÇÃO |
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No dia 18 de março de 2010, no Centreventos Renato Archer, perante entidades governamentais, empresariais e instituições de ensino e pesquisa, foi lançada a marca Florianópolis: Capital da Inovação.
Tal acontecimento resulta num marco histórico não apenas para a cidade sede, senão para todo o Estado de Santa Catarina. Tal premissa está centrada no desenvolvimento regional sustentável, baseado na educação, na ciência e na tecnologia a partir de ações inovadoras. Com a presença do Presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina – FAPESC, Dr. Antônio Diomário de Queiroz; do Secretário Municipal de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico Sustentável da Prefeitura de Florianópolis, Prof. Carlos Roberto de Rolt; do presidente da Associação Catarinense de empresas de Tecnologia – ACATE, Sr. Rui Luiz Gonçalves; e do diretor do Centro de Referência em Tecnologias Inovadoras - CERTI, Prof. Carlos Alberto Schneider, foi formalizado o lançamento da logomarca, além da divulgação do impacto da inovação nas empresas catarinenses, como resultado do Projeto Programa Juro Zero, idealizado em Santa Catarina e apoiado pela Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP, vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia do governo Federal. Tal experiência inovadora na alocação de recursos para pesquisa e desenvolvimento, que dava início ao programa em Santa Catarina, terminou atendendo cinco estados, liberando R$ 30 milhões em empréstimos com valor médio de R$ 500 mil, beneficiando 60 empresas de tecnologia. No total, a FINEP destinou R$ 100 milhões para essa primeira fase do projeto, portanto ainda tem R$ 70 milhões à disposição do programa. A marca que coloca o Estado de Santa Catarina como pioneiro na área de ciência, tecnologia e inovação, não é por mero acaso. Quando o governo Federal criou o seu marco legal em dezembro de 2004 auspiciando a Lei 10.973 de Inovação, na qual foram estabelecidas as diretrizes de apoio estatal à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo, diversos estados elaboraram sua própria legislação ao respeito, sendo que Santa Catarina foi um dos primeiros a ter aprovada sua Lei Catarinense da Inovação. A Lei nº 14.328 de 15 de janeiro de 2008, versa sobre “incentivos à pesquisa científica e tecnológica e à inovação no ambiente produtivo de Santa Catarina, visando à capacitação em ciência, tecnologia e inovação, o equilíbrio regional e o desenvolvimento econômico sustentável”. Tal modelo, além de estimular a criação dos Núcleos de Inovação Tecnológica – NITs, do qual a Rota da Inovação de Santa Catarina faz parte, formada por quatro incubadoras de destaque, entre elas o JaraguaTec, sediada em Jaraguá do Sul no campus da UNERJ/PUC, a lei também contempla estímulos à inovação nas instituições públicas estaduais, à participação e fortalecimento das empresas privadas e seus pesquisadores, sempre visando à participação dessas empresas em projetos de inovação tecnológica de interesse do Estado. Pode-se observar que a preocupação com a educação, com a cultura e com o conhecimento científico e tecnológico, torna-se essencial para que Santa Catarina, através de sua marca, possa se inserir num cenário internacional, no qual se destaque a competitividade de suas empresas como produtoras de conhecimento e inovação. Nada melhor do que criar um novo marco institucional para consolidar a geração de novas ideias, senão também para atender os requisitos de qualidade de vida, renda e emprego da nossa população. O desenvolvimento social e econômico do Estado de Santa Catarina, apresenta-se como um desafio estratégico a partir dos interesses do governo, da academia e de seus agentes econômicos locais, tendo como uma de suas metas prioritárias, conforme cita a lei, o respeito aos parâmetros de sustentabilidade ambiental e equilíbrio regional.
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